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ORAÇÃO A DEUSA BASTET



Gato Sphinx



Descendentes de gatos de pêlo curto sem pedigree - ou seja, dos famosos vira-latas, os sphynx são gatos muito curiosos pelas características que exibem. Muito semelhantes aos gatos pelados mexicanos (raça atualmente extinta), diferenciam-se desses "primos" por não apresentarem crescimento de pêlos no inverno e, geralmente, pela ausência de bigodes.

Ao contrário do que se verifica com a maioria dos gatos, os representantes desta raça não possuem o faro muito apurado. Em compensação, a sua visão é extremamente privilegiada. Além de serem dotados de excelente visão noturna, como todos os felídeos, os olhos dos sphynx são implantados para trás, permitindo-lhes um campo de visão mais amplo.

Alguns estudiosos não admitem o reconhecimento da raça, porque consideram ser a ausência de pelagem uma característica recessiva, tratando-se de uma anomalia e não de uma mutação. No entanto, o surgimento de gerações peladas é comum não apenas em gatos, mas também em ratos e camundongos e, desde a descrição do primeiro sphynx, em 1966, gerações sucessivas vêm apresentando características idênticas às da matriz, o que constitui um argumento favorável aos criadores da, raça.

Ao nascerem, apresentam uma camada de pêlos finos, curtos e esparsos, principalmente na cabeça, que têm a aparência de veludo. Essa pelagem cai antes que os animais atinjam seis meses de idade.

De acordo com o padrão oficial, os sphynx têm orelhas triangulares, largas na base e com ponta arredondada, focinho chato e fino, pernas e patas fortes com pêlos na parte traseira e, quando em marcha, não mostram rugas no corpo. As marcas no peito são uma "impressão digital": cada gato exibe marcação diferente. São três as variedades:

nos animais brancos - na verdade, cor de creme a cor deve ser uniforme, ligeiramente mais clara no ventre e na parte interna das patas, só sendo admitidas manchas brancas no umbigo e mamilos e um tom levemente rosado no pescoço. A cauda termina em ponta, coberta por poucos pêlos;

os gatos marrom e branco apresentam olhos um pouco esverdeados e a "capa" que recobre a cabeça, o dorso e as partes externas pode apresentar falhas, mostrando listras brancas irregulares nas patas;

os gatos preto e branco apresentam "cauda de leão": na extremidade, são dotados de urna camada de pêlos relativamente mais compridos, formando um pompom alongado.

Nos gatos coloridos, os dedos são sempre despigmentados, exibindo claro contraste com o restante das patas.

Os sphynx são muito apegados aos donos, demonstrando ciúme na presença de estranhos. Exigem companhia constante e são muito ativos. O ideal é manter mais de um animal, sendo que dois machos convivem melhor do que um casal ou duas fêmeas (que costumam competir por territórios).

Também é comum que se apossem de determinados objetos, como almofadas, poltronas, etc. Por isso, é conveniente ensiná-los desde filhotes os locais em que devem comer e dormir, as áreas da casa em que podem transitar o os objetos com que podem brincar, para evitar as "apropriações indébitas".

Os sphynx são extremamente prolíferos, gerando ninhadas de oito a dez filho- tes. As fêmeas jovens podem ter até três crias no mesmo ano. Aparentemente, o cio induzido (quando uma gata entra no cio, estimula o cio em outras fêmeas) é mais comum entre os sphinx do que nas demais raças.

A mãe cuida da ninhada até o desmame, quando é comum tentar expulsar os filhotes machos. Deve-se observar com cuidado a aproximação do pai, porque, algumas vezes, por ciúme, ele agride os recém-nascidos. Os gatinhos são muito curiosos, começando a explorar o ambiente já com sete dias de vida.

Texto extraído da Internet por Miaurisa







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