Gatoterapia: A arte de se cuidar através dos gatos!

A arte de se
cuidar através dos gatos são técnicas específicas,
que bem trabalhadas, resultam na melhora do corpo físico, emocional
e mental das pessoas. É imprescindível para que ocorra o resultado
, que a pessoa primeiramente goste do bicho gato. É preciso haver uma
empatia, ou melhor, uma simbiose entre gato e homem, a fim de que juntos consigam
transpor as barreiras que a vida lhes oferece. O gato é um animal evolutivo.
Já existe na Terra há mais de 12.000 anos a.C. Era um animal
selvagem e não se relacionava com os outros animais. Caçava
e matava para viver e habitava em matas e planícies, junto de seu clã,
até a puberdade. Após a idade adulta, o macho acompanhado de
suas fêmeas, partiam em busca de um novo território. Apenas um
macho e o mais forte deles é que era o chefe, assim como a fêmea
mais forte e fértil é que seria a matriarca do grupo. Os gatos
sempre obedeceram a uma hierarquia.
Os mais fracos sempre sucumbiram, para que os mais fortes imperassem. É
a lei da Natureza e da sobrevivência. Com a chegada do homem na Terra,
e com a domesticação dos animais para o trabalho do homem, o
gato selvagem sempre resistiu às imposições do homem
e durante séculos viveu distante dele e foi o último animal
que o homem domesticou. Houve muita resistência para que surgisse esta
amizade entre homem e gato. Apenas uma família de felídeos foi
domesticada e chegou até à casa do homem, foi o "Felis libica"
ou "Felis domestica", oriundos de um mesmo grupo de felinos chamado Miacis.
Este grupo também selvagem, cujas características são
muito parecidas com o nosso gato SRD, ou vira-lata, de cor Brown tabby, ou
seja, marrom listrado ou ponteado, com corpo esguio, unhas retráteis,
muito veloz, esperto, mas ao mesmo tempo faminto, pois não tendo a
capacidade de caçar animais maiores no mato, procura o celeiro do homem
que recebe a visita de animais rasteiros, menores, roedores em geral. Na verdade,
ele não procura a companhia do homem, mas o alimento que o sustente,
que normalmente ficava do lado de fora da casa do homem, a sua dispensa ou
celeiro. E é desta forma, que a amizade do gato e homem surge através
de uma necessidade mútua. O gato precisa do alimento e o homem precisa
combater os invasores que agridem os grãos. A aliança está
selada. O Homem permite que o gato freqüente o celeiro e o gato permite
que o homem chegue perto dele. Desta parceria é que surge a domesticação
dos gatos e a criação doméstica. No entanto, o gato nunca
confiou plenamente no homem, tanto é, que após feita sua alimentação,
de novo fugia para o seu habitat natural.
Sendo assim, o gato apenas vinha
para comer e não para morar com o homem. Foram os egípcios o
primeiro povo que conseguiu aprisionar o gato em seus templos. Eles perceberam
que os gatos além de exímios caçadores, eram animais privilegiados, dotados de beleza e elegância e mais do isto, não
eram submissos como os demais animais domesticados. Eles tinham personalidade
própria. Sendo assim, cada membro do templo, faraó e seus familiares
possuíam cada pessoa, um gato. Este animal tinha a função
de exterminar com os roedores, mas também tinham a função
de proteger o seu dono. Era comum ver um egípcio em seu aposento tendo
por companhia um felino, que por sinal, tinha igualdade nas suas características
de personalidade. Isto é, havia uma atração e uma empatia
entre ambos. Quando o gato morria, em sinal de luto, eles raspavam as sobrancelhas,
como forma de comunicarem aos deuses, que estavam sem proteção
e que os deuses lhe enviassem um novo gato e durante este período,
em que suas sobrancelhas estavam depiladas, eles não tomavam decisão
alguma, pois tinham medo de errar. Era um tempo de meditação
e de espera. Normalmente, quando os pêlos da sobrancelha surgia, um
novo amigo gato era introduzido em seu convívio, e também era
comum, pedirem aos deuses para trazer-lhes de volta o seu gato guardião,
agora mais evoluído, pois uma vida já havia se esgotado e poderiam
pedir aos deuses até 7 vezes o retorno deste animal. Não mais
do que isto, porque depois de sete vidas, um outro corpo seria utilizado,
não mais o envólucro de um gato.
Foram muitas as tradições relacionadas ao bicho gato, no Egito.
Tanto é que na cidade de Bubastis um grande Templo dedicado à
rainha dos gatos foi erguido e o templo de Bast ou Bastet era muito visitado
e respeitado. Lá se enterravam todos os gatos que morriam por acidentes
ou morte comum. Junto de seus corpinhos embalsamados, colocavam ratinhos
mortos para que o seu bicho gato continuasse a brincar e a caçar os
seus inimigos ratos. Levados do Egito para a Europa e América, os povos
não entenderam bem a tarefa do gato na Terra e por muito séculos,
os gatos foram maltratados, massacrados e tidos como animal das bruxas, e
como tais, deveriam ser exterminados. Muitas mulheres e homens também
foram queimados vivos porque tinham um gato em casa, juntamente com o seu
gato de estimação. Foi o período negro de nossa História,
onde a ignorância e a escuridão tomou conta da cabeça
dos dirigentes da Terra. Mas, tudo se renova e tudo que é verdadeiro
renasce.
Portanto, toda esta tradição egípcia, que atravessou
os tempos, chegou até a Nova Era e são agora ensinados a você
que gosta de gato e que quer aprender com ele a sabedoria do "Viver bem".
O gato sabe a receita e nós temos que aprender com ele sobre a Magia
da vida, do relacionamento, da sobrevivência, a auto-estima e estar
sempre bem, apesar dos pesares.
O curso de gatoterapia vai lhe trazer orientações e informações
que irão leva-lo ao Maravilhoso Mundo dos felinos. Onde tudo é
possível, se você desejar realmente. Do perfeito relacionamento entre gato e gente, nasce uma nova visão
da vida. Não devemos levar a vida assim tão séria, não
sairemos vivo daqui. Por isso, ver a vida com olhos de gato é bem melhor.
Brincar com uma folha de papel amassada, correr atrás de algo que se
movimente, dormir bastante, estar sempre relaxado e feliz. São algumas
características importantíssimas no gato, que lhe conferem os
7 poderes mágicos . E mais do que isto, a Deusa Bastet, entregou à
gata Miaurisa, a Magia do Gato, um ritual baseado no Tarô do Gato, onde
os 22 arcanos maiores estão representados pelo reino vegetal e os 56
arcanos menores, estão relacionados aos quatro elementos: Terra,
água, fogo e ar. Regidos pelos 7 Mestres, os 7 Deuses dos gatos vêm
em nosso auxílio, quando executamos a Magia do Gato.
A princípio, o ideal é fazer como os egípcios, ter um
gato só seu, ou melhor, que um gato o adote e ele será a antena
que vai se conectar com o astral. Será também o seu escudo,
que lhe protegerá de toda energia negativa que circunda a sua vida.
Tire proveito desta parceria!
Dê amor e carinho para o seu gato e deixe que ele lhe ensine a arte
de ser feliz, apesar de tudo!
Gatize-se! Faça o Curso
de Gatoterapia com a Miaurisa!
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